sábado, 24 de janeiro de 2009

deja vu

eu não preciso do amanhã
pra acreditar em mim
não preciso viver
pra saber como é a dor
não preciso morrer
pra saber que compensa
nem descobrir a felicidade
pra escolher seguir em frente
não preciso perder aguém
pra saber o quanto o amo intensamente
não preciso esperar
pra saber o quanto ainda vou mudar
não preciso conviver com alguém
pra saber o quanto se tornaria essencial

nada no seu lugar

o que queres tu saber
desse coração repartido?
dessa alma sem rumo
desse centro de pensamentos irriquietos

o que queres intrigar
meu amor, meu ódio
tudo é energia que vira poesia
meu eu embaralhado

o que queres encontrar
minha animação resguardada
minha tristeza incansável
minha memória pertubadora?

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

meu mundo

meu mundo? você nunca saberá
nele eu tenho alma
nele sou minha dona
e você nunca entenderá onde quero chegar
ele é mais profundo do que eu podia imaginar
nele você tem sua contribuição e nem sabias
sua alma faz meu mundo viver
seus sentimentos são o alimento que traz - me a mim mesma

sou da imensidão esclarecida

se para ser livre tenho de ser louca
serei uma louca, suicida e hamante da vida

serei da imensidão esclarecida

torturo ou não os sonhos
para o tempo pra eu decidir

POIS SOU UMA LOUCA

olhos que revelam

meus olhos presentes e distantes
assustados, desconfortáveis
olham para o chão,
olham para as pessoas e ignora
ignora as pressas, as falas irrelevantes
meus olhos pensam
e se resguardam educadamente
transmitem meu mundo
e puxa admirações
e energias
meus olhos elevam e enterram
e voltam para o corpo que se movimenta insesantemente

quarta-feira, 30 de julho de 2008

certezas incertas....

ás inúmeras faces e expressões
que me vejo entrelaçada

estou aniquilada
pobre donzela apaixonada
pelas rimas infinitas
infindáveis poesias

de um ser frio ás vezes
que ama uma idealização
e no telefone espera uma ligação
só à procura de atenção
mas passou da ficção


parei pra sentir
o que há além de nós

parei para buscar
algo que me destraia
nos dias de depressão

o que me amedronta me chama
e a adrenalina excita
eu sei que no passado
momentos bons valeram minhas lágrimas
e desses não me lembro
não sei o que o novo pode me causar dessa vez
só queria que estivesses ao meu lado

eu me perdi....

quero jogar - me na amplietude dos meus pensamentos
entrando no mais profundo labirinto
da minha própria incredulidade
falta pedaços do meu coração
falta um sentimento que transceda meus instintos
faltam energias que me tragam à superfície
falta um magnetismo que compatibilize com minha alma
falta uma rima pra eu terminar com tudo isso....

eu me perdi no meio das palavras
a da memória falha
me perdi nas minhas lágrimas
nas dúvidas, nos desejos

me perdi do feliz para sempre
do amor platônico
da perfeição, das regras e da religião

dançando no rítimo ipnotizante da noite
lambuzando - me de indiretas e sarcasmos
abusando das opourtunidades e da relatividade